|
|
|
Quinta-feira, Junho 21, 2007
Observo, e tão somente
No claro raiar do dia, a flamejar
Como um sol indômito e silente
Tua pele alva, silente, macia, apaziguar
A ânsia veloz, atroz, mordaz, de te amar.
Clarice intensamente bela
Teus olhos parecem embelezar a própria lua
Quando minha presença tímida e sincera
Vibra como se de alguma forma fosse tua
Temente, escura, mas nua.
Navego, com os pés fora do chão
Pelo teu sorriso torto, particularmente lindo
Desferindo em meus momentos intenso clarão
De todo um bem querer infindo
De infinda Clarice e sua profusão.
Escrito por Benefactor às
12:16 AM
Opine!
|